Todas as evidências existentes até o momento mostram que o vírus tem origem animal na natureza e não foi fabricado ou sintetizado artificialmente. Muitos pesquisadores estudaram as características do genoma do vírus e constataram que as evidências não corroboram a alegação de que o vírus tenha se originado em laboratório. Para mais informações sobre a origem do vírus, consulte o "Relatório Diário de Situação da OMS" (em inglês) de 23 de abril.
Durante a Missão Conjunta OMS-China sobre a COVID-19, a OMS e a China identificaram conjuntamente uma série de áreas prioritárias de pesquisa para preencher a lacuna de conhecimento sobre a doença causada pelo coronavírus em 2019, entre as quais a investigação da origem animal da COVID-19. A OMS foi informada de que a China realizou ou planeja realizar diversos estudos para investigar a origem da epidemia, incluindo pesquisas com pacientes que apresentaram sintomas em Wuhan e arredores no final de 2019, coleta de amostras ambientais em mercados e fazendas nas áreas onde as infecções humanas foram detectadas pela primeira vez, e registros detalhados das fontes e tipos de animais selvagens e de criação disponíveis no mercado.
Os resultados dos estudos acima serão cruciais para a prevenção de surtos semelhantes. A China também possui as capacidades clínicas, epidemiológicas e laboratoriais necessárias para realizar os estudos mencionados.
A OMS não está atualmente envolvida em trabalhos de pesquisa relacionados à China, mas tem interesse e disposição em participar de pesquisas sobre a origem animal com parceiros internacionais, a convite do governo chinês.
Data da publicação: 25/07/2022